GWM Haval H6 PHEV35 Flex: análise completa do SUV híbrido plug-in flex de 393 cv que roda 126 km só na eletricidade
O Haval H6 PHEV35 Flex, feito em Iracemápolis (SP), custa R$ 290 mil e soma 393 cv, tração integral e 126 km no modo elétrico pelo Inmetro. Analisamos consumo, recarga, equipamentos e como ele se compara ao H7 e aos BYD Song.
O Haval H6 PHEV35 Flex, SUV médio da GWM, é ao lado do GT a versão do H6 que roda mais longe só na eletricidade: são 126 km no modo 100% elétrico pelo Inmetro, graças a uma bateria de 35 kWh. Desde 9 de junho de 2026, ele também aceita etanol, como toda a linha 2027 do H6, produzida em Iracemápolis (SP). O conjunto soma 393 cv, tem tração integral e faz de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. O preço sugerido é único: R$ 290.000.
Nesta análise, feita com base na ficha técnica oficial da GWM, no comunicado de lançamento da linha flex e em reportagens da imprensa especializada, mostramos o que mudou nesta versão, quanto custa rodar com ela (na tomada, com gasolina ou com etanol), o que vem de série e como ela se posiciona diante do Haval H7 e dos BYD Song que já analisamos aqui. Não se trata de um teste ao volante, e sim de uma leitura cuidadosa dos dados.
Haval H6 PHEV35 Flex: dois motores elétricos, motor 1.5 turbo flex e tração integral. Foto: Divulgação/GWM
Preço e o que mudou na linha 2027
O PHEV35 Flex é vendido em versão única. Segundo o comunicado da GWM, a linha flex chegou às concessionárias, ao site oficial e ao comércio eletrônico da marca em 9 de junho:
- GWM Haval H6 PHEV35 Flex (híbrido plug-in flex, tração integral): R$ 290.000 (preço sugerido)
Na troca de linha, o preço subiu R$ 1.000, segundo a GWM. Pelos dados oficiais, em relação à versão anterior:
- Autonomia elétrica (Inmetro): de 119 km para 126 km
- Autonomia elétrica (WLTP): de 170 km para 180 km
- 0 a 100 km/h: de 4,9 para 4,8 segundos
- Câmbio: a transmissão híbrida DHT passou a ter quatro marchas, duas a mais que antes, a mesma usada no SUV de luxo GWM Wey 07
- Combustível: passou a aceitar gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois
Nem tudo subiu. O torque combinado caiu de 78,7 kgfm para 65,5 kgfm, como registraram o Canaltech e o Autoentusiastas. Na avaliação curta do Canaltech, feita em Brasília, a diferença quase não aparece ao volante; o ganho está na eficiência.
E o IPVA?
A GWM lembra que, em São Paulo, híbridos flex de até R$ 261.154,45 têm isenção de IPVA em 2026. Com preço sugerido de R$ 290.000, o PHEV35 fica cerca de R$ 29 mil acima desse teto e, ao contrário do Haval H7 e das versões mais baratas do H6, não se encaixa na isenção paulista. As regras variam de estado para estado.
Motor, câmbio e desempenho
O PHEV35 usa a arquitetura de tração integral híbrida da GWM, que combina um motor a combustão com dois motores elétricos, um em cada eixo. Pela ficha técnica:
- Motor a combustão: 1.5 turbo flex, 4 cilindros e 16 válvulas, que funciona em ciclo Miller
- Motores elétricos: dois, um dianteiro e um traseiro
- Potência combinada: 393 cv, com etanol ou gasolina
- Torque combinado: 642 Nm (65,5 kgfm)
- Transmissão: híbrida dedicada (DHT) de quatro marchas
- 0 a 100 km/h: 4,8 segundos
- Velocidade máxima: 190 km/h, limitada eletronicamente
- Suspensão: independente, McPherson na dianteira e multilink na traseira
- Freios: discos ventilados nas quatro rodas
Para um SUV de 2.045 kg, 4,8 segundos é tempo de carro esportivo. O PHEV35 é mais rápido que o BYD Song Premium (5,2 s) e quase um segundo mais rápido que o Haval H7 (5,7 s), primo de visual aventureiro que usa a mesma receita de dois motores elétricos.
O que mudou para aceitar etanol
Segundo a GWM, a calibração flex foi feita por engenheiros brasileiros e passou por mais de 400 mil quilômetros de testes. O motor ganhou bombas de combustível, bicos injetores e velas próprios para o etanol, além de um sensor que identifica a mistura no tanque e ajusta o funcionamento sozinho.
Desde a linha 2027, o H6 PHEV35 pode ser abastecido com etanol, gasolina ou qualquer mistura dos dois. Foto: Divulgação/GWM
Tração integral
Com um motor elétrico em cada eixo, a tração é integral e 100% variável, com sete modos de condução: Eco, Normal, Esportivo, Lama, Neve, AWD e Areia. Mas a altura livre do solo (197 mm) e os ângulos de entrada (21°) e de saída (28°) são de SUV urbano; para terra e trilha leve, o H7, com 220 mm e bloqueio do diferencial traseiro, está mais preparado.
BYD Atto 2 DM-i: análise completa do SUV híbrido flex de até 197 cv que roda mais de 1.000 kmSistema híbrido, bateria, autonomia e consumo
Como funciona
Como todo híbrido plug-in, o PHEV35 é recarregado na tomada e roda como elétrico enquanto houver carga suficiente. Depois, o motor 1.5 turbo entra em cena, com gasolina, etanol ou uma mistura dos dois. É uma vantagem prática sobre os BYD Song Plus e Song Premium, que só aceitam gasolina.
Bateria e autonomia
- Bateria: 35 kWh, a maior da linha H6 ao lado da versão GT
- Autonomia 100% elétrica (Inmetro/PBEV): 126 km
- Autonomia 100% elétrica (WLTP): 180 km
- Tanque: 55 litros
A referência mais realista é a do Inmetro. Os ciclos WLTP (europeu), NEDC e CLTC, que aparecem no material de divulgação das marcas, costumam ser mais otimistas. Mesmo pelo critério brasileiro, 126 km é muito: supera os 99 km do BYD Song Plus, os 92 km do H7 e os 87 km do Song Premium.
Consumo
A ficha técnica traz o consumo do Inmetro com o motor a combustão trabalhando:
- Cidade: 12,5 km/l com gasolina e 9,2 km/l com etanol
- Estrada: 10,7 km/l com gasolina e 7,4 km/l com etanol
O comunicado da GWM divulga outro número, bem maior: 30,7 km/l com gasolina na cidade (eram 29,3 km/l). Segundo o Autoentusiastas, os demais valores dessa medição são 26,1 km/l na estrada com gasolina e 22,8 km/l (cidade) e 18,1 km/l (estrada) com etanol, todos descritos pela publicação como consumo “equivalente”. Ou seja, a conta inclui a energia elétrica da bateria, e por isso os números são tão altos. Com a bateria descarregada, vale a referência da ficha.
Etanol ou gasolina?
Pelos números do Inmetro, o etanol rende 74% da gasolina na cidade (9,2 ÷ 12,5) e 69% na estrada (7,4 ÷ 10,7). Ou seja: na cidade, o etanol compensa quando custar menos de 74% do preço da gasolina, limite mais folgado que a regra tradicional dos 70%; na estrada, o limite cai para cerca de 69%.
Recarga
- Corrente alternada (AC), até 6,6 kW: de 0 a 100% em cerca de 5 horas, segundo a GWM. A conta teórica confirma: 35 kWh ÷ 6,6 kW = 5,3 horas.
- Recarga rápida (DC), até 48 kW: de 20% a 80% em cerca de 30 minutos, segundo a ficha. O H7 aceita 41 kW, e os BYD Song Plus e Song Premium, 18 kW.
Tela de gerenciamento de energia na central multimídia de 14,6 polegadas. Foto: Divulgação/GWM
Quanto custa rodar com o H6 PHEV35
Estimativas, com hipóteses declaradas:
- Só no elétrico, recarregando em casa: dividindo a bateria (35 kWh) pela autonomia do Inmetro (126 km), chega-se a cerca de 28 kWh a cada 100 km. Com energia entre R$ 0,80 e R$ 1,00 por kWh, o custo fica entre R$ 22 e R$ 28 a cada 100 km. A conta é aproximada, porque nem toda a capacidade da bateria é usada e há perdas na recarga.
- Com gasolina a R$ 6,30/l: cerca de R$ 50 a cada 100 km na cidade (12,5 km/l) e R$ 59 na estrada (10,7 km/l).
- Com etanol a R$ 4,30/l: cerca de R$ 47 a cada 100 km na cidade (9,2 km/l) e R$ 58 na estrada (7,4 km/l).
Rodar com a bateria carregada custa, portanto, cerca de metade. Quem recarrega todo dia e roda até uns 100 km diários pode fazer quase todo o uso urbano no modo elétrico.
Design e dimensões
O PHEV35 mantém o visual da atualização de novembro de 2025, com grade de 87 blocos ligada à assinatura de luzes e as lanternas traseiras que viraram marca do modelo no Brasil. A carroceria é a do H6 convencional; o perfil cupê fica com a versão GT.
- Comprimento: 4,70 m
- Largura: 1,89 m
- Altura: 1,73 m
- Entre-eixos: 2,74 m
- Peso: 2.045 kg
- Porta-malas: 560 litros, chegando a 1.445 litros com o banco traseiro (60/40) rebatido; abertura com sistema “hands-free”
- Rodas e pneus: aro 19, pneus 235/55 R19
- Iluminação: faróis e lanternas full LED, farol alto automático e faróis de milha que acendem nas curvas
Perfil do H6 PHEV35: 4,70 m de comprimento, 2,74 m de entre-eixos e rodas aro 19. Foto: Divulgação/GWM
Interior e conforto
A cabine ganhou volante de base achatada e console reorganizado na atualização de 2025. O PHEV35 é a única versão da linha com opção de interior dual tone, em marfim e preto. Itens de série:
- Bancos revestidos em couro ecológico, com interior preto ou marfim e preto
- Bancos dianteiros com ajuste elétrico e ventilação; motorista com ajuste de lombar e memória de posição
- Câmera de reconhecimento facial, que guarda as preferências de cada motorista e monitora sinais de cansaço e distração
- Volante em couro ecológico com ajuste de altura e profundidade
- Ar-condicionado de duas zonas, com saídas para o banco traseiro e purificador de ar ionizado
- Carregador de celular por indução de 50 W
- Teto solar panorâmico com acionamento elétrico
Painel com central de 14,6 polegadas e quadro de instrumentos de 10,25 polegadas, no acabamento marfim e preto. Foto: Divulgação/GWM
Multimídia e conectividade
- Central multimídia de 14,6 polegadas Full HD, com o sistema Coffee OS 3 da GWM
- Quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas, com três modos de visualização
- Head-up display com dados de chamadas, navegação e assistentes
- Apple CarPlay e Android Auto sem fio
- Mais de 300 comandos de voz em português
- Som com 9 alto-falantes (incluindo subwoofer) e amplificador de 216 W
- GPS nativo com trânsito em tempo real, loja de aplicativos, ponto de acesso Wi-Fi e atualizações remotas (OTA)
- App My GWM, que trava o carro, liga o ar-condicionado à distância e mostra combustível e pressão dos pneus
Segurança
A ficha lista seis airbags, ISOFIX, controle de tração, assistentes de partida em rampa e de descida e o SCM, que freia o carro depois de uma batida traseira para evitar engavetamento. Há ainda gravador de dados de condução (EDR), a função E-Call, que liga para os bombeiros (193), e a B-Call, que aciona a central de atendimento 24 horas da GWM.
O pacote de assistência, chamado pela GWM de Condução Semiautônoma 2+, usa 12 sensores de estacionamento, cinco câmeras e dois radares. Inclui:
- Controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go e ajuste automático da velocidade nas curvas
- Frenagem autônoma de emergência que reconhece também pedestres, motos e bicicletas
- Alerta e assistente de permanência e centralização em faixa
- Detector de ponto cego com aviso de abertura de portas
- Frenagem automática para tráfego cruzado na marcha a ré
- Desvio inteligente, que afasta o carro em até 30 cm ao ultrapassar caminhões
- Assistente de ré que refaz sozinho os últimos 50 metros percorridos
- Câmera 540° com função “chassi invisível” e 8 visualizações
Câmera 540° na tela central: o sistema mostra o terreno sob o carro e oferece 8 visualizações. Foto: Divulgação/GWM
Garantia
- Veículo: 5 anos, sem limite de quilometragem
- Sistema híbrido: 8 anos, limitada a 200.000 km
- Assistência 24 horas: 2 anos
As condições estão na página de compromissos da GWM e exigem, entre outros pontos, revisões na rede autorizada.
Cores
- Externas: Cinza Amazonita, Cinza Titanium, Cinza Diamante, Azul Cianita e Preto Hematita (metálicas) e Branco Ágata (perolizada)
- Internas: preto ou marfim e preto
Como o PHEV35 se encaixa na linha Haval H6
A linha 2027 do H6 tem cinco versões, todas flex. Pelos preços e dados do comunicado oficial:
- HEV ONE: R$ 199.900. Híbrido sem tomada, de 248 cv, com bateria de 1,53 kWh
- HEV2: R$ 225.000. Mesmo conjunto de 248 cv, com mais equipamentos
- PHEV19: R$ 250.000. Híbrido plug-in de 326 cv, com um motor elétrico na dianteira, bateria de 19 kWh e 77 km de autonomia elétrica (Inmetro)
- PHEV35: R$ 290.000. 393 cv, dois motores elétricos, tração integral, bateria de 35 kWh e 126 km (Inmetro)
- GT: R$ 326.000. Mesmo conjunto do PHEV35, com carroceria cupê, interior escurecido com detalhes em vermelho e 0 a 100 km/h em 4,7 s
Os R$ 40 mil a mais sobre o PHEV19 compram o segundo motor elétrico (e a tração integral), quase o dobro de bateria, 49 km a mais de autonomia elétrica e o câmbio de quatro marchas, além de itens que a GWM destaca nas versões de topo, como o reconhecimento facial e a memória do banco. Já o GT cobra R$ 36 mil a mais sobretudo pela carroceria cupê e pelo acabamento esportivo, com a mesma mecânica e a mesma autonomia.
Traseira do PHEV35, com as lanternas integradas que a GWM manteve na linha 2027. Foto: Divulgação/GWM
H6 PHEV35 x Haval H7 x BYD Song Premium
Entre os SUVs plug-in que já analisamos, os rivais mais diretos são o Haval H7 e o BYD Song Premium, ambos com tração integral. Pelas fichas técnicas oficiais e pelos preços de lista:
- Preço: R$ 290.000 no H6 PHEV35; R$ 261.000 no H7; R$ 299.990 no Song Premium
- Potência: 393 cv; 370 cv; 324 cv
- 0 a 100 km/h: 4,8 s; 5,7 s; 5,2 s
- Bateria: 35 kWh; 27,5 kWh; 26,6 kWh
- Autonomia elétrica (Inmetro): 126 km; 92 km; 87 km
- Recarga rápida (DC): 48 kW; 41 kW; 18 kW
- Combustível: flex nos dois GWM; só gasolina no BYD
- Porta-malas: 560 litros; 586 litros; 552 litros
- Garantia do veículo: 5 anos sem limite de quilometragem nos GWM; 6 anos ou 200.000 km no BYD
Em resumo: por R$ 29 mil a mais que o H7, o H6 PHEV35 entrega mais desempenho, 34 km a mais de autonomia elétrica e recarga mais rápida, mas perde o visual de utilitário, os recursos fora de estrada e a isenção de IPVA paulista. Contra o Song Premium, é R$ 9.990 mais barato, mais rápido, roda bem mais na eletricidade e aceita etanol; o BYD tem garantia mais longa em anos.
Concorrentes
Além do Song Premium e do H7, a coluna de Jorge Moraes na CNN Brasil cita, entre outros:
- Jeep Compass Blackhawk Flex: R$ 274.290 no lançamento
- Toyota RAV4 híbrido: R$ 319 mil
Para quem quer um plug-in flex mais barato, o BYD Song Pro Flex parte de R$ 176.990, com bem menos potência e autonomia. Nas vendas, o H6 segue na frente: segundo a JATO Dynamics, em levantamento publicado pela Webmotors, foi o híbrido mais vendido do Brasil em setembro de 2026, com 6.234 emplacamentos, à frente do Omoda 5 (3.615), do BYD Song Pro (3.533) e do Song Plus (1.929). O número soma todas as versões do H6, sem separar o PHEV35. Nesse levantamento, o H6 GT aparece separado, com 199 unidades. Promoções mudam com frequência; confira os preços vigentes.
Pontos positivos e negativos
Pontos positivos
- 126 km de autonomia elétrica pelo Inmetro, a maior entre os SUVs plug-in que já analisamos
- 393 cv, tração integral e 0 a 100 km/h em 4,8 segundos
- Motor flex, com calibração desenvolvida no Brasil
- Recarga rápida de 48 kW: de 20% a 80% em cerca de 30 minutos
- Equipamentos completos: head-up display, câmera 540°, reconhecimento facial e bancos ventilados
- Garantia de 5 anos sem limite de quilometragem
Pontos negativos
- Preço acima do teto de isenção de IPVA em São Paulo, ao contrário do H7 e das versões mais baratas do H6
- Torque menor que o da versão anterior: 65,5 kgfm contra 78,7 kgfm
- Consumo modesto com a bateria descarregada, sobretudo com etanol: 9,2 km/l na cidade
- Vão livre de 197 mm e ângulos de SUV urbano, apesar da tração integral
- Garantia de 5 anos para o veículo, menor em anos que os 6 anos da BYD
Vale a pena comprar o GWM Haval H6 PHEV35 Flex?
Para quem tem onde recarregar, o PHEV35 é um dos plug-in mais convincentes abaixo de R$ 300 mil. Com 126 km de autonomia elétrica pelo Inmetro, ele permite fazer boa parte do uso diário só com energia da tomada, a cerca de metade do custo por quilômetro, e guarda um motor flex para as viagens. Soma a isso desempenho de esportivo, tração integral e equipamentos completos.
O ponto de atenção é o preço. A R$ 290.000, ele fica R$ 40 mil acima do PHEV19, que já resolve bem o uso urbano com 77 km elétricos, e R$ 29 mil acima do H7, que ainda tem isenção de IPVA em São Paulo. A diferença se justifica para quem roda bastante na cidade e quer o máximo de quilômetros sem combustível; para quem recarrega pouco, as opções mais baratas da própria GWM entregam quase tudo por menos.
Ficha técnica: GWM Haval H6 PHEV35 Flex
- Preço: R$ 290.000 (outubro de 2026)
- Tipo: SUV médio híbrido plug-in, 5 lugares
- Motorização: 1.5 turbo flex (4 cilindros, 16 válvulas) + dois motores elétricos, um em cada eixo
- Potência combinada: 393 cv
- Torque combinado: 642 Nm (65,5 kgfm)
- Transmissão: DHT de quatro marchas
- Tração: integral, 100% variável
- 0 a 100 km/h: 4,8 s
- Velocidade máxima: 190 km/h (limitada eletronicamente)
- Bateria: 35 kWh
- Autonomia elétrica: 126 km (Inmetro) e 180 km (WLTP)
- Consumo Inmetro: 12,5 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada) com gasolina; 9,2 km/l e 7,4 km/l com etanol
- Recarga: 6,6 kW em AC (cerca de 5 h de 0 a 100%); 48 kW em DC (cerca de 30 min de 20% a 80%)
- Tanque: 55 litros
- Dimensões: 4,70 m x 1,89 m x 1,73 m; entre-eixos de 2,74 m
- Altura do solo: 197 mm
- Peso: 2.045 kg
- Porta-malas: 560 litros (1.445 litros com o banco rebatido)
- Pneus: 235/55 R19
- Airbags: 6
- Garantia: 5 anos sem limite de quilometragem (veículo); 8 anos ou 200.000 km (sistema híbrido)
Fontes: ficha técnica oficial do Haval H6 PHEV35 Flex (PDF); comunicado de lançamento da linha flex da GWM; página oficial do Haval H6 PHEV35; 12 compromissos GWM; AutoPapo; Autoentusiastas; Canaltech; Webmotors; CNN Brasil. Dados do Haval H7 e dos BYD Song Plus, Song Premium e Song Pro Flex: fichas técnicas oficiais das marcas, citadas em nossas análises. Fotos: GWM Media Center (divulgação). Preços e especificações podem mudar sem aviso prévio; confirme na concessionária.
Heliel Zanelatto é publisher, empreendedor digital e fundador do Code Tech Connect. Especialista em mídia programática e monetização de conteúdo, administra portais editoriais no Brasil e na Europa e acompanha de perto o ecossistema de publicidade digital — do Google AdSense à compra de tráfego em larga escala. Escreve sobre tecnologia, inteligência artificial, veículos eletrificados e finanças pessoais, com a marca de traduzir fichas técnicas e números de mercado em decisões práticas para o leitor. À frente da operação editorial do site, lidera o uso pioneiro de automação e IA com curadoria humana na produção de conteúdo.
