GWM Haval H6 GT Flex: análise completa do SUV cupê híbrido plug-in de 393 cv que faz 0 a 100 km/h em 4,7 s e roda 126 km no elétrico
O GWM Haval H6 GT Flex, versão cupê do H6, custa R$ 326 mil e combina 393 cv, tração integral, motor flex e 126 km de autonomia elétrica no Inmetro. Analisamos consumo, recarga, equipamentos, diferenças para o H6 PHEV35 e rivais.
O Haval H6 GT Flex é a versão cupê do Haval H6, o SUV médio da GWM fabricado no Brasil, e a mais cara da família H6. No papel, entrega números de esportivo: 393 cv de potência combinada, tração integral e 0 a 100 km/h em 4,7 segundos. Híbrido plug-in com motor flex, ele roda até 126 km só na eletricidade pelo Inmetro, com bateria de 35 kWh. O preço é único: R$ 326.000.
Nesta análise, feita com base na ficha técnica oficial da GWM, na página do modelo no site da marca, nas fichas das outras versões do H6 e em reportagens da imprensa especializada, explicamos o que o GT tem de diferente do H6 PHEV35 (que usa o mesmo conjunto mecânico), quanto custa rodar com ele e como se compara ao Haval H7 e aos rivais da BYD que já analisamos aqui. Não se trata de um teste ao volante, e sim de uma leitura cuidadosa dos dados.
Haval H6 GT Flex na cor Azul Cianita: o teto descendente e o aerofólio marcam a versão cupê do H6. Foto: Divulgação/GWM
Preço, versão e lançamento
O GT é vendido em versão única. O site oficial da GWM informa preço único de:
- GWM Haval H6 GT Flex (híbrido plug-in flex, tração integral): R$ 326.000
A versão flex chegou com a linha 2027 do H6, anunciada em 9 de junho de 2026. Segundo o Diário do Grande ABC, todas as versões passaram a aceitar gasolina e etanol, e o SUV é produzido em Iracemápolis (SP). A CNN Brasil citou R$ 325 mil em 7 de outubro; o site da marca mostra R$ 326.000.
Acima do teto de isenção de IPVA em São Paulo
No lançamento do H7, a GWM informou que o teto estadual para a isenção total de IPVA de híbridos flex em 2026 é de R$ 261.154,45. Com R$ 326.000, o GT fica bem acima desse limite. Em outros estados, as regras são diferentes.
H6 GT ou H6 PHEV35: o que muda
Comparando as fichas oficiais das duas versões, a mecânica é a mesma: 393 cv, 642 Nm, bateria de 35 kWh, 126 km de autonomia elétrica, consumo idêntico e 0 a 100 km/h em 4,7 segundos nas duas fichas (reportagens do lançamento, como as do Vrum e do Autoentusiastas, citam 4,8 segundos para o PHEV35). O PHEV35 custa R$ 290.000, segundo os preços divulgados no lançamento da linha 2027. Pelos R$ 36 mil a mais, o GT oferece:
- Carroceria cupê, com teto descendente: 2,4 cm mais comprida e 5,4 cm mais larga que a do PHEV35, com a mesma altura
- Acabamento interno em suede (camurça sintética) em diversos pontos da cabine
- Bancos em couro ecológico e suede com o logotipo GT bordado
- “GT” em vermelho nos emblemas traseiros, que são em preto fosco nas duas versões
Em troca, o porta-malas encolhe: são 515 litros no GT contra 560 litros no PHEV35 (45 litros a menos), e 1.390 litros com o banco traseiro rebatido, contra 1.445 litros. O ângulo de saída também é menor (25° no GT, 28° no PHEV35). A lista de segurança, multimídia e conforto é praticamente a mesma nas duas fichas. A ficha do PHEV35 traz ainda opção de interior preto e marfim, que não aparece na do GT.
Emblema H6 GT com detalhe em vermelho, aerofólio e lanternas em LED com lente fumê. Foto: Divulgação/GWM
As versões da linha H6
Preços do lançamento da linha 2027 (Vrum e Diário do Grande ABC) e dados das fichas oficiais:
- H6 HEV ONE: R$ 199.900; híbrido sem recarga na tomada, 248 cv, tração dianteira
- H6 HEV2: R$ 225.000; híbrido sem recarga na tomada, 248 cv, tração dianteira
- H6 PHEV19: R$ 250.000; híbrido plug-in, 326 cv, tração dianteira, bateria de 19 kWh e 77 km de autonomia elétrica (Inmetro); a CNN Brasil citou R$ 249.990 em outubro
- H6 PHEV35: R$ 290.000; híbrido plug-in, 393 cv, tração integral, bateria de 35 kWh e 126 km (Inmetro)
- H6 GT: R$ 326.000; mesmo conjunto do PHEV35, com carroceria cupê
Motor, câmbio e desempenho
O GT usa a tecnologia Hi4 (Hybrid Intelligent 4WD) da GWM, que, segundo a página oficial, combina o motor a combustão com dois motores elétricos e distribui o torque entre os eixos de forma automática.
- Motor a combustão: 1.5 turbo flex, 4 cilindros e 16 válvulas
- Motores elétricos: dois, um no eixo dianteiro e outro no traseiro
- Potência combinada: 393 cv
- Torque combinado: 642 Nm (65,5 kgfm)
- Transmissão: híbrida dedicada, identificada na ficha como DHT-3; segundo reportagens do lançamento, é uma caixa de quatro marchas, a mesma do Wey 07
- 0 a 100 km/h: 4,7 segundos
- Velocidade máxima: 190 km/h, limitada eletronicamente
- Modos de condução: sete (Eco, Normal, Esportivo, Lama, Neve, AWD e Areia)
A ficha não detalha a potência de cada motor separadamente. Com 4,7 segundos de 0 a 100 km/h, ele é 1 segundo mais rápido que o Haval H7 (5,7 s) e meio segundo mais rápido que o BYD Song Premium (5,2 s). Fica atrás de elétricos mais potentes, como o BYD Sealion 7 (4,5 s).
BYD Atto 2 DM-i: análise completa do SUV híbrido flex de até 197 cv que roda mais de 1.000 kmApesar dos modos para lama e areia, o GT não tem vocação de aventureiro: são 198 mm de altura livre do solo e ângulos de ataque e de saída de 22° e 25°. O Haval H7, com 220 mm e bloqueio do diferencial traseiro, é mais indicado para estradas ruins.
Sistema híbrido, bateria, autonomia e consumo
Como funciona
O GT pode ser recarregado na tomada e rodar como elétrico enquanto houver carga. Depois, passa a funcionar como híbrido, com o 1.5 turbo abastecido com gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois. Segundo o Diário do Grande ABC, um sensor identifica a proporção de cada combustível no tanque, e a marca afirma ter testado a tecnologia por mais de 400 mil km em condições brasileiras.
Bateria e autonomia
- Bateria: 35 kWh
- Autonomia 100% elétrica (Inmetro): 126 km
- Autonomia 100% elétrica (WLTP): 180 km
- Tanque: 55 litros
O número a considerar é o do Inmetro; o ciclo europeu WLTP, destacado na divulgação, é mais otimista. Pelo critério nacional, os 126 km colocam o GT à frente do Haval H7 (92 km), do BYD Song Plus (99 km) e do Song Premium (87 km).
Consumo
A GWM informa na ficha técnica o consumo medido pelo Inmetro:
- Cidade: 12,5 km/l com gasolina e 9,2 km/l com etanol
- Estrada: 10,7 km/l com gasolina e 7,4 km/l com etanol
A reportagem do Autoentusiastas cita, para o PHEV35 (que tem na ficha oficial o mesmo consumo do GT), números bem maiores: 30,7 km/l (gasolina) e 22,8 km/l (etanol) na cidade, e 26,1 km/l e 18,1 km/l na estrada. Esses valores “equivalentes” incluem a energia elétrica da bateria. Para viagens longas, com a bateria esgotada, vale a referência da ficha.
Etanol ou gasolina?
Pelos números do Inmetro, o etanol rende 74% da gasolina na cidade (9,2 ÷ 12,5) e 69% na estrada (7,4 ÷ 10,7). Ou seja: no uso urbano, o etanol compensa sempre que o litro custar menos de cerca de 74% do preço da gasolina, uma margem mais folgada que a regra tradicional dos 70%. Na estrada, a conta fica perto dos 70%.
Recarga
- Recarga em corrente alternada (AC): 6,6 kW, de 0 a 100% em cerca de 5 horas, segundo a ficha
- Recarga rápida (DC): 48 kW, de 20% a 80% em cerca de 30 minutos
A recarga rápida de 48 kW é mais forte que a do H7 (41 kW) e muito superior à do Song Premium (18 kW). A ficha não menciona a função V2L (alimentar aparelhos externos com a bateria do carro).
Quanto custa rodar com o H6 GT
Estimativas, com hipóteses declaradas:
- Só no elétrico, recarregando em casa: dividindo a bateria (35 kWh) pela autonomia Inmetro (126 km), chega-se a cerca de 27,8 kWh a cada 100 km. É uma conta simplificada, que usa a capacidade total da bateria. Com energia entre R$ 0,80 e R$ 1,00 por kWh, o custo fica entre R$ 22 e R$ 28 a cada 100 km.
- Com gasolina a R$ 6,30/l: cerca de R$ 50 a cada 100 km na cidade (12,5 km/l) e R$ 59 na estrada (10,7 km/l).
- Com etanol a R$ 4,30/l: cerca de R$ 47 a cada 100 km na cidade (9,2 km/l) e R$ 58 na estrada (7,4 km/l).
Com a bateria carregada, o custo por quilômetro cai para cerca de metade do que se gasta com combustível. Quem tem onde recarregar e roda até uns 100 km por dia pode fazer quase todo o uso diário no modo elétrico.
Design e dimensões
O GT se diferencia do H6 convencional pelo teto que desce em direção à traseira, no estilo cupê. A ficha lista rack de teto e molduras das janelas em preto brilhante (“black piano”), antena tipo barbatana, sensor de chuva e abertura do porta-malas sem as mãos (“hands-free”).
- Comprimento: 4,73 m
- Largura: 1,94 m
- Altura: 1,73 m
- Entre-eixos: 2,74 m
- Peso: 2.045 kg
- Porta-malas: 515 litros, ou 1.390 litros com o banco traseiro (60/40) rebatido
- Pneus: Michelin 235/55 R19
- Iluminação: faróis full LED com ajuste de altura, farol alto automático, luzes diurnas, faróis de milha em LED que acendem nas curvas, lanternas full LED com lente fumê e função “follow me home”
Perfil do H6 GT: 4,73 m de comprimento, 2,74 m de entre-eixos e rodas aro 19 com pneus Michelin. Foto: Divulgação/GWM
Interior e conforto
- Bancos revestidos em couro ecológico e suede, com o logotipo GT bordado
- Acabamento em suede em diversos pontos da cabine
- Banco do motorista com 8 ajustes elétricos, memória para 3 posições, ajuste lombar e 3 níveis de ventilação
- Banco do passageiro com 4 ajustes elétricos e 3 níveis de ventilação
- Volante em couro ecológico com ajuste de altura e profundidade
- Teto solar panorâmico com acionamento elétrico
- Ar-condicionado de 2 zonas (motorista e passageiro), com saídas para o banco traseiro e purificador de ar ionizado
- Carregador de celular por indução de 50 W
- Chave presencial: o carro destrava, liga e trava com a aproximação da chave
Bancos dianteiros com ventilação e o logotipo GT bordado em vermelho. Foto: Divulgação/GWM
Painel com quadro de instrumentos digital de 10,25" e central multimídia de 14,6". Foto: Divulgação/GWM
Multimídia e conectividade
- Central multimídia de 14,6 polegadas, com o sistema Coffee OS 3
- Painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas
- Head-up display de 9 polegadas, que projeta no para-brisa informações de chamadas, navegação e assistentes de condução
- Apple CarPlay e Android Auto sem fio
- Mais de 300 comandos de voz em português, com funções on-line e off-line
- GPS nativo com trânsito em tempo real, loja de aplicativos, ponto de acesso Wi-Fi e atualizações remotas (OTA)
- App My GWM, com trava remota, ar-condicionado acionado à distância e cerca eletrônica
- Som com 9 alto-falantes (incluindo 4 tweeters e 1 subwoofer) e amplificador de 216 W
Central de 14,6" com loja de aplicativos e mais de 300 comandos de voz em português. Foto: Divulgação/GWM
Segurança
A ficha lista seis airbags (frontais, laterais e de cortina), ISOFIX, controle de tração e o SCM, que aciona os freios depois de uma batida traseira para evitar um engavetamento. Há ainda gravador de dados (EDR, uma espécie de caixa-preta), chamada automática para os bombeiros (193) em caso de acidente e botão de contato com a central da GWM.
O pacote de assistência, que a GWM chama de Condução Semiautônoma 2+, usa 12 sensores de estacionamento, cinco câmeras e dois radares. Ele inclui:
- Controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go e ajuste automático da velocidade nas curvas
- Alerta e frenagem autônoma de emergência, que também reconhece pedestres, motos e bicicletas
- Assistente de manutenção e centralização em faixa
- Detector de ponto cego com alerta de abertura de portas, que funciona mesmo com o carro desligado
- Alerta e frenagem automática para tráfego cruzado na marcha a ré
- Desvio inteligente, que afasta o carro em até 30 cm de caminhões durante ultrapassagens
- Reconhecimento de placas de velocidade
- Câmera de reconhecimento facial, que monitora fadiga e distração do motorista e memoriza ajustes de banco, multimídia e assistentes
- Câmera 540° com função “chassi invisível” e 8 visualizações
Head-up display de 9" projeta no para-brisa informações de navegação, chamadas e assistentes de condução. Foto: Divulgação/GWM
Garantia
Segundo a página de compromissos da GWM:
- Veículo: 5 anos, sem limite de quilometragem
- Sistema híbrido: 8 anos, limitada a 200.000 km
- Assistência 24 horas: 2 anos
Cores
São seis opções, todas metálicas, exceto o branco perolizado: Cinza Amazonita, Cinza Titanium, Cinza Diamante, Azul Cianita, Preto Hematita e Branco Ágata.
Haval H6 GT x Haval H7 x BYD Song Premium x BYD Sealion 7
O H7, lançado nesta semana, é a alternativa mais barata da GWM; o Song Premium é o plug-in com tração integral da BYD; e o Sealion 7, o SUV cupê elétrico da marca. Pelos dados oficiais, nesta ordem (H6 GT; H7; Song Premium; Sealion 7):
- Preço: R$ 326.000; R$ 261.000; R$ 299.990; R$ 339.990 (preço de lançamento)
- Motorização: híbrido plug-in flex; híbrido plug-in flex; híbrido plug-in a gasolina; 100% elétrico
- Potência: 393 cv; 370 cv; 324 cv; 531 cv
- 0 a 100 km/h: 4,7 s; 5,7 s; 5,2 s; 4,5 s
- Bateria: 35 kWh; 27,5 kWh; 26,6 kWh; 82,5 kWh
- Autonomia elétrica (Inmetro): 126 km; 92 km; 87 km; 360 km
- Recarga rápida (DC): 48 kW; 41 kW; 18 kW; 150 kW
- Porta-malas: 515 litros; 586 litros; 552 litros; 500 litros mais 58 litros no compartimento dianteiro
- Garantia do veículo: 5 anos sem limite de quilometragem nos dois GWM; 6 anos ou 200.000 km nos dois BYD
Em resumo: o GT custa R$ 65 mil a mais que o H7, anda mais, roda 34 km a mais na eletricidade e recarrega mais rápido, mas tem porta-malas menor. Contra o Song Premium, cobra cerca de R$ 26 mil a mais por mais potência, mais autonomia, recarga rápida bem mais forte e motor flex. O Sealion 7, que foi lançado por R$ 14 mil a mais, é outra proposta: elétrico puro, mais rápido e com 360 km de autonomia, mas sem a opção do motor a combustão para viagens longas.
Concorrentes
Na coluna em que analisa a chegada do H7, publicada em 7 de outubro, a CNN Brasil cita os preços de outros SUVs que disputam a faixa entre R$ 290 mil e R$ 325 mil:
- Jetour T2 Advance: R$ 289,9 mil
- Volkswagen Tiguan: R$ 300 mil
- Toyota RAV4: R$ 319 mil
- Mitsubishi Outlander: R$ 325 mil
Promoções e condições de concessionária mudam com frequência; confira os preços vigentes.
Pontos positivos e negativos
Pontos positivos
- 393 cv e 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, com tração integral
- 126 km de autonomia elétrica pelo Inmetro, mais que H7, Song Plus e Song Premium
- Motor flex, ainda raro entre os híbridos plug-in
- Recarga rápida de 48 kW: de 20% a 80% em cerca de 30 minutos
- Lista de equipamentos completa: head-up display de 9", câmera 540°, reconhecimento facial, assistentes de condução com centralização em faixa e bancos ventilados com memória
- Acabamento com suede e detalhes exclusivos da versão
- Garantia de 5 anos sem limite de quilometragem
Pontos negativos
- Custa R$ 36 mil a mais que o H6 PHEV35, que tem a mesma mecânica e praticamente o mesmo desempenho
- Porta-malas de 515 litros, 45 litros menor que o do PHEV35
- Preço acima do teto de isenção de IPVA para híbridos flex em São Paulo
- Com a bateria vazia, faz 12,5 km/l com gasolina na cidade, menos que os 15,8 km/l do H6 HEV2, que é híbrido sem recarga na tomada
- Ficha técnica não informa a potência de cada motor, a capacidade de reboque nem a função V2L
- Garantia de 5 anos para o veículo, um ano a menos que a da BYD (que, por outro lado, tem limite de 200.000 km)
Vale a pena comprar o GWM Haval H6 GT?
Para quem quer um SUV eletrificado rápido, de visual esportivo e com autonomia elétrica de sobra, o H6 GT é uma das opções mais completas perto dos R$ 300 mil. Ele é mais rápido e roda mais na eletricidade que o Haval H7 e o BYD Song Premium, aceita etanol e traz um pacote de tecnologia e de assistentes de condução bem completo.
A questão é o que o comprador valoriza. Tudo o que o GT tem de mecânica, com o mesmo 0 a 100 km/h na ficha oficial (ou um décimo de segundo a mais, segundo a imprensa), também está no H6 PHEV35, que custa R$ 36 mil a menos e leva 45 litros a mais no porta-malas. Os R$ 36 mil pagam, essencialmente, a carroceria cupê e o acabamento esportivo. E quem quer gastar menos tem no Haval H7 tração integral e motor flex por R$ 65 mil a menos.
Ficha técnica: GWM Haval H6 GT Flex
- Preço: R$ 326.000 (outubro de 2026)
- Tipo: SUV médio cupê híbrido plug-in
- Motorização: 1.5 turbo flex + dois motores elétricos (um por eixo), tecnologia Hi4
- Potência combinada: 393 cv
- Torque combinado: 642 Nm (65,5 kgfm)
- Transmissão: híbrida dedicada DHT-3 (de quatro marchas, segundo a imprensa)
- Tração: integral
- 0 a 100 km/h: 4,7 s
- Velocidade máxima: 190 km/h (limitada)
- Bateria: 35 kWh
- Autonomia elétrica: 126 km (Inmetro) e 180 km (WLTP)
- Consumo Inmetro: 12,5 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada) com gasolina; 9,2 km/l e 7,4 km/l com etanol
- Recarga: 6,6 kW em AC (cerca de 5 h de 0 a 100%) e 48 kW em DC (cerca de 30 min de 20% a 80%)
- Tanque: 55 litros
- Dimensões: 4,73 m x 1,94 m x 1,73 m; entre-eixos de 2,74 m
- Altura do solo: 198 mm
- Peso: 2.045 kg
- Porta-malas: 515 litros (1.390 litros com o banco rebatido)
- Pneus: Michelin 235/55 R19
- Suspensão: McPherson (dianteira) e multilink (traseira)
- Freios: discos ventilados nas quatro rodas
- Airbags: 6
- Garantia: 5 anos sem limite de quilometragem (veículo); 8 anos ou 200.000 km (sistema híbrido)
Fontes: ficha técnica oficial do Haval H6 GT Flex (PDF); página oficial do Haval H6 GT; ficha técnica oficial do H6 PHEV35 Flex (PDF) e fichas das demais versões no media center da GWM; 12 compromissos GWM; Diário do Grande ABC; Vrum; Autoentusiastas; CNN Brasil. Dados do Haval H7 e dos BYD Song Plus, Song Premium e Sealion 7: fichas técnicas oficiais das marcas, citadas em nossas análises. Fotos: GWM Media Center (divulgação). Preços e especificações podem mudar sem aviso prévio; confirme na concessionária.
Heliel Zanelatto é publisher, empreendedor digital e fundador do Code Tech Connect. Especialista em mídia programática e monetização de conteúdo, administra portais editoriais no Brasil e na Europa e acompanha de perto o ecossistema de publicidade digital — do Google AdSense à compra de tráfego em larga escala. Escreve sobre tecnologia, inteligência artificial, veículos eletrificados e finanças pessoais, com a marca de traduzir fichas técnicas e números de mercado em decisões práticas para o leitor. À frente da operação editorial do site, lidera o uso pioneiro de automação e IA com curadoria humana na produção de conteúdo.
