GWM Haval H6 PHEV19: análise completa do SUV híbrido plug-in flex de 326 cv que roda 77 km só na eletricidade por R$ 250 mil
O Haval H6 PHEV19, híbrido plug-in flex de 326 cv da GWM, custa R$ 250 mil. Analisamos autonomia elétrica no Inmetro, consumo, recarga, equipamentos e como ele se compara às outras versões do H6, ao Haval H7 e ao BYD Song Plus.
O Haval H6 PHEV19 é a versão híbrida plug-in de entrada da linha H6, o SUV médio da GWM no Brasil. Na linha 2027, ele combina um motor 1.5 turbo flex com um motor elétrico e uma bateria de 19 kWh (é dela que vem o “19” do nome) para entregar 326 cv de potência combinada. Pelo Inmetro, roda até 77 km só na eletricidade, e o consumo oficial na cidade é de 14,7 km/l com gasolina. O preço oficial é R$ 250.000.
Nesta análise, feita com base na ficha técnica oficial da GWM, na página oficial do modelo e em reportagens da imprensa especializada, explicamos o que muda em relação às outras versões do H6, quanto custa rodar com o SUV, o que vem de série e como ele se compara ao Haval H7 e ao BYD Song Plus. Não se trata de um teste ao volante, e sim de uma leitura cuidadosa dos dados.
GWM Haval H6 PHEV19: 4,70 m de comprimento, 2,74 m de entre-eixos e rodas aro 19. Foto: Divulgação/GWM
Preço e versão
O PHEV19 é vendido em configuração única, com tração dianteira e lista de equipamentos completa. A página oficial do modelo informa o preço; o SUV também pode ser comprado pela loja oficial da GWM no Mercado Livre:
- GWM Haval H6 PHEV19 Flex (híbrido plug-in, tração dianteira): R$ 250.000 (preço único)
A coluna de Jorge Moraes na CNN Brasil, de 7 de outubro, cita R$ 249.990; o valor oficial, na data desta análise, é R$ 250.000.
Como o preço evoluiu
O PHEV19 ficou R$ 5 mil mais caro em menos de um ano. Na reestilização, em novembro de 2025, passou de R$ 245 mil para R$ 248 mil, segundo a Webmotors. Em março de 2026, um reajuste em toda a linha o levou a R$ 249.000, segundo o Vrum.
Motor, câmbio e desempenho
Diferentemente do PHEV35 e do GT, que têm um segundo motor elétrico no eixo traseiro, o PHEV19 usa um único motor elétrico, na dianteira, e tem tração dianteira. Segundo a ficha técnica:
- Motor a combustão: 1.5 turbo flex, 4 cilindros e 16 válvulas
- Parte elétrica: 1 motor dianteiro (a ficha não informa a potência de cada motor)
- Potência combinada: 326 cv
- Torque combinado: 535 Nm (54,5 kgfm)
- Transmissão: híbrida dedicada (DHT)
- 0 a 100 km/h: 7,4 segundos
- Velocidade máxima: 180 km/h, limitada eletronicamente
- Tração: dianteira
- Modos de condução (4): Eco, Normal, Sport e Neve
Os 7,4 segundos são um ganho da linha 2027: antes, o PHEV19 levava 7,6 segundos, segundo o Garagem 360. É um desempenho mais que suficiente para um SUV familiar, melhor que o do BYD Song Plus (8,1 s), mas longe dos 4,8 segundos do H6 PHEV35, de tração integral.
Na reestilização, a GWM também recalibrou os amortecedores e trocou o atuador hidráulico dos freios por um eletrônico, segundo a CNN Brasil.
Traseira com os emblemas H6 e PHEV; o 19 do nome indica a capacidade da bateria, de 19 kWh. Foto: Divulgação/GWM
Sistema híbrido, bateria, autonomia e consumo
Como funciona
Como todo híbrido plug-in, o H6 PHEV19 pode ser ligado na tomada e rodar como um carro elétrico enquanto houver carga na bateria. Quando ela se esgota, o motor 1.5 turbo entra em ação, abastecido com gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois. O motor flex ainda é raro entre os plug-in: o BYD Song Plus, por exemplo, roda só com gasolina.
Bateria e autonomia
- Bateria: fosfato de ferro-lítio (LFP), com 19 kWh
- Autonomia 100% elétrica (Inmetro): 77 km
- Autonomia 100% elétrica (WLTP): 115 km
- Tanque: 55 litros
O número que vale para o dia a dia é o do Inmetro, medido no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV). Os 115 km do ciclo europeu WLTP, destacados no material da marca, são mais otimistas, assim como os dos ciclos NEDC e CLTC usados por outras fabricantes. Se você encontrar 73 km em outras reportagens, a explicação é a data: esse era o número da linha 2026, e a autonomia subiu para 77 km na linha 2027, segundo o Garagem 360 e a ficha atual da GWM.
BYD Atto 2 DM-i: análise completa do SUV híbrido flex de até 197 cv que roda mais de 1.000 kmNa conta teórica, o tanque de 55 litros a 14,7 km/l rende cerca de 800 km com gasolina na cidade, além dos 77 km da bateria. Com etanol (10,0 km/l), seriam cerca de 550 km.
Consumo
A GWM publica na ficha técnica os números de consumo do Inmetro:
- Cidade: 14,7 km/l com gasolina e 10,0 km/l com etanol
- Estrada: 12,9 km/l com gasolina e 8,9 km/l com etanol
São números bons para o porte. Com gasolina, o PHEV19 faz 2,8 km/l a mais que o Haval H7 na cidade e na estrada, e supera o H6 PHEV35 (12,5 km/l na cidade), que tem bateria maior, um segundo motor elétrico e pesa 130 kg a mais.
Etanol ou gasolina?
Pelos números do Inmetro, o etanol rende 68% da gasolina na cidade (10,0 ÷ 14,7) e 69% na estrada (8,9 ÷ 12,9). Ou seja, o etanol só compensa quando custar menos de cerca de 68% do preço da gasolina, um pouco abaixo da regra tradicional dos 70%. Com os preços usados nesta análise (R$ 4,30 e R$ 6,30, relação de 68%), os dois praticamente empatam.
Recarga
- Recarga em corrente alternada (AC): até 6,6 kW, de 0 a 100% em cerca de 3 horas, segundo a GWM. A conta confere: 19 kWh ÷ 6,6 kW = 2,9 horas.
- Recarga rápida em corrente contínua (DC): até 33 kW, de 20% a 80% em cerca de 25 minutos, segundo a GWM.
A recarga rápida é um trunfo frente ao BYD Song Plus, que aceita 18 kW em DC e leva 55 minutos de 30% a 80%.
Tela de gerenciamento de energia da multimídia, com opção de recarga programada. Foto: Divulgação/GWM
Quanto custa rodar com o H6 PHEV19
Estimativas, com hipóteses declaradas:
- Só no elétrico, recarregando em casa: dividindo a bateria (19 kWh) pela autonomia do Inmetro (77 km), chega-se a cerca de 25 kWh a cada 100 km. Com energia entre R$ 0,80 e R$ 1,00 por kWh, o custo fica entre R$ 20 e R$ 25 a cada 100 km. Uma recarga completa sai por R$ 15 a R$ 19.
- Com gasolina a R$ 6,30/l: cerca de R$ 43 a cada 100 km na cidade (14,7 km/l) e R$ 49 na estrada (12,9 km/l).
- Com etanol a R$ 4,30/l: cerca de R$ 43 a cada 100 km na cidade (10,0 km/l) e R$ 48 na estrada (8,9 km/l).
Rodar na eletricidade custa, portanto, cerca de metade do que custa rodar com combustível. Quem recarrega em casa e roda até uns 60 a 70 km por dia pode fazer quase todo o uso urbano no modo elétrico.
Design e dimensões
A frente atual estreou na linha 2026, com a reestilização apresentada em novembro de 2025. A grade cresceu e passou a ter 87 blocos, com nova assinatura luminosa em LED, segundo a CNN Brasil e a Webmotors. A traseira manteve as lanternas integradas.
A grade com 87 blocos e as luzes diurnas verticais são a principal mudança visual da reestilização. Foto: Divulgação/GWM
- Comprimento: 4,70 m
- Largura: 1,89 m
- Altura: 1,73 m
- Entre-eixos: 2,74 m
- Altura livre do solo: 201 mm
- Peso: 1.915 kg
- Porta-malas: 560 litros, chegando a 1.445 litros com o banco traseiro (60/40) rebatido; abertura com sistema “hands-free”
- Capacidade de reboque: 750 kg
- Pneus: 235/55 R19
- Iluminação: faróis full LED, luzes diurnas, farol alto automático, faróis de milha em LED que acendem nas curvas e lanternas full LED fumê
Interior e conforto
Por dentro, a reestilização trouxe volante novo, de base achatada e herdado do Wey 07, segundo a CNN Brasil, com comandos em dois seletores giratórios, segundo a Webmotors. O seletor de marchas saiu do console e foi para a coluna de direção, como no Wey 07.
Painel com o volante redesenhado, quadro digital de 10,25" e central de 14,6". Foto: Divulgação/GWM
- Bancos revestidos em couro ecológico
- Bancos dianteiros com ajuste elétrico e ventilação; ajuste de lombar para o motorista
- Volante multifuncional em couro ecológico, com ajuste de altura e profundidade
- Teto solar panorâmico com acionamento elétrico
- Ar-condicionado de 2 zonas, com saídas para o banco traseiro e purificador de ar ionizado
- Entradas USB: duas tipo A na frente; uma tipo A e uma tipo C atrás
- Chave presencial e sensor de chuva
O console, redesenhado, ganhou um carregador de celular por indução de 50 W, com ventilação. Antes, o carregador era de 15 W, segundo a Webmotors.
Console central com o carregador por indução de 50 W e dois porta-copos. Foto: Divulgação/GWM
Multimídia e conectividade
- Central multimídia de 14,6 polegadas (antes eram 12,3) com o sistema Coffee OS 3, terceira geração do software da GWM
- Painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas
- Head-up display, que projeta no para-brisa informações de chamadas, navegação e assistentes de condução
- Apple CarPlay e Android Auto sem fio
- Mais de 300 comandos de voz em português, com funções on-line e off-line
- GPS nativo com trânsito em tempo real, loja de aplicativos, ponto de acesso Wi-Fi e atualizações remotas (OTA)
- App My GWM, com trava, ar-condicionado e localização à distância
- Som com 9 alto-falantes, incluindo subwoofer, e amplificador de 216 W
Central de 14,6" com o Coffee OS 3, que tem resposta mais rápida e barra de menu fixa. Foto: Divulgação/GWM
Segurança
A ficha lista seis airbags (frontais, laterais dianteiros e de cortina), ISOFIX, ABS com EBD, controle de tração, assistentes de partida em rampa e de descida e o SCM, que aciona os freios depois de uma batida traseira para evitar um engavetamento. Há também gravador de dados de condução (EDR), chamada automática de emergência para o 193 (E-Call) e botão de contato com a central da GWM 24 horas (B-Call).
O pacote de assistência, que a GWM chama de Condução Semiautônoma 2+, usa 12 sensores de estacionamento, cinco câmeras e dois radares. Ele inclui:
- Controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go e ajuste automático da velocidade nas curvas
- Frenagem autônoma de emergência, que reconhece também pedestres, motos e bicicletas
- Assistente de manutenção e centralização em faixa
- Detector de ponto cego e alerta de abertura de portas, que funciona mesmo depois de o carro ser desligado
- Alerta e frenagem automática para tráfego cruzado na marcha a ré
- Desvio inteligente, que afasta o carro em até 30 cm ao ultrapassar caminhões
- Câmera 540° com função “chassi invisível” e 8 visualizações
- Assistente de ré que refaz automaticamente os últimos 50 metros percorridos
Garantia
- Veículo: 5 anos, sem limite de quilometragem
- Sistema híbrido: 8 anos ou 200.000 km, o que ocorrer primeiro
- Assistência 24 horas: 2 anos
As regras estão nos 12 Compromissos da GWM e exigem as revisões na rede autorizada.
Cores
- Metálicas: Cinza Amazonita, Cinza Titanium, Cinza Diamante, Azul Cianita e Preto Hematita
- Perolizada: Branco Ágata
H6 PHEV19 x outras versões do Haval H6
O H6 tem cinco versões no site da GWM, todas com motor 1.5 turbo flex. Pelos preços e fichas oficiais:
- H6 HEV One: R$ 199.900. Híbrido convencional, sem recarga na tomada; 248 cv, bateria de 1,53 kWh e tração dianteira.
- H6 HEV2: R$ 225.000. Mesma mecânica híbrida de 248 cv, com mais equipamentos que o HEV One, como a abertura “hands-free” do porta-malas.
- H6 PHEV19: R$ 250.000. Híbrido plug-in de 326 cv, bateria de 19 kWh, tração dianteira e 77 km no modo elétrico (Inmetro).
- H6 PHEV35: R$ 290.000. Híbrido plug-in de 393 cv, bateria de 35 kWh, dois motores elétricos, tração integral e 126 km no modo elétrico (Inmetro).
- H6 GT: R$ 326.000. Versão de estilo cupê, com o mesmo conjunto de 393 cv, 35 kWh e tração integral do PHEV35.
Os R$ 25 mil a mais em relação ao HEV2 compram a possibilidade de rodar na eletricidade e 78 cv extras, mas, pelo Inmetro, os HEV fazem 15,8 km/l na cidade com gasolina, um pouco mais que o PHEV19. Já os R$ 40 mil a mais do PHEV35 trazem tração integral, 67 cv extras, 49 km a mais de autonomia elétrica e 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.
H6 PHEV19 x Haval H7 x BYD Song Plus
Fora da própria linha H6, as comparações mais diretas são o Haval H7, lançado pela GWM em outubro, e o BYD Song Plus, que custa praticamente o mesmo. Pelos dados oficiais de cada marca:
- Preço: R$ 250.000 no H6 PHEV19; R$ 261.000 no H7; R$ 249.990 no Song Plus
- Potência: 326 cv; 370 cv; 240 cv
- Tração: dianteira; integral; dianteira
- 0 a 100 km/h: 7,4 s; 5,7 s; 8,1 s
- Bateria: 19 kWh; 27,5 kWh; 26,6 kWh
- Autonomia elétrica (Inmetro): 77 km; 92 km; 99 km
- Combustível: flex nos dois GWM; só gasolina no BYD
- Consumo com gasolina na cidade (Inmetro): 14,7 km/l; 11,9 km/l; não informado pela BYD para esta versão
- Recarga rápida: 33 kW no H6 (20% a 80% em cerca de 25 minutos); 41 kW no H7; 18 kW no Song Plus (30% a 80% em 55 minutos)
- Porta-malas: 560 litros; 586 litros; 552 litros
- Garantia do veículo: 5 anos sem limite de quilometragem nos GWM; 6 anos ou 200.000 km no BYD
Em resumo: pelo mesmo preço, o Song Plus roda 22 km a mais na eletricidade e tem garantia mais longa em anos; o H6 PHEV19 é mais potente, aceita etanol e recarrega mais rápido. O H7 cobra R$ 11 mil a mais por tração integral e bateria maior, mas gasta mais combustível pelo Inmetro.
Concorrentes e vendas
O H6 vende bem: somando as versões, foram 16.199 emplacamentos de janeiro a maio de 2026, à frente do BYD Song Pro (13.974), segundo o Garagem 360. Ao analisar a chegada do Haval H7, a coluna da CNN Brasil cita outros SUVs que disputam o mesmo comprador, entre R$ 250 mil e R$ 320 mil:
- Ford Bronco Sport: a partir de R$ 249.900
- Omoda 7 Luxury: R$ 254.990
- Omoda J7 Prestige: R$ 256.990
- Jeep Compass Blackhawk Flex: R$ 274.290 no lançamento
- Jetour T2 Advance: R$ 289,9 mil
- Toyota RAV4 híbrido: cerca de R$ 319 mil
Para gastar menos, o BYD Song Pro Flex GS, também plug-in flex, custa R$ 199.990 e roda 72 km no elétrico, mas tem 219 cv e não lista recarga rápida. Promoções mudam com frequência; confira os preços vigentes.
Pontos positivos e negativos
Pontos positivos
- 326 cv e 0 a 100 km/h em 7,4 segundos
- Motor flex, ainda raro entre os híbridos plug-in
- 77 km no modo elétrico pelo Inmetro, suficientes para a rotina de muita gente
- Consumo do Inmetro publicado na ficha e bom para o porte: 14,7 km/l na cidade com gasolina
- Recarga rápida de 33 kW, com 20% a 80% em cerca de 25 minutos
- Equipamentos completos: head-up display, câmera 540°, centralização em faixa, bancos ventilados e porta-malas “hands-free”
- Garantia de 5 anos sem limite de quilometragem e de 8 anos para o sistema híbrido
Pontos negativos
- Autonomia elétrica 22 km menor que a do BYD Song Plus, que custa o mesmo
- Tração integral só nas versões PHEV35 e GT, a partir de R$ 290 mil
- Preço subiu de R$ 245 mil para R$ 250 mil em menos de um ano
- Os H6 HEV, mais baratos e sem recarga na tomada, têm consumo oficial melhor na cidade (15,8 km/l, contra 14,7 km/l)
- Garantia de 5 anos para o veículo, menor que os 6 anos da BYD
Vale a pena comprar o GWM Haval H6 PHEV19?
Para quem tem onde recarregar em casa ou no trabalho e roda até 60 ou 70 km por dia, o H6 PHEV19 é uma das ofertas mais equilibradas de sua faixa de preço. Ele faz quase todo o uso urbano na eletricidade, a cerca de R$ 20 a R$ 25 a cada 100 km, e nas viagens vira um híbrido flex econômico para o porte. A recarga rápida, o pacote de segurança e a cabine renovada pesam a favor.
Quem prioriza autonomia elétrica deve comparar com o BYD Song Plus, que roda 99 km no modo elétrico pelo mesmo preço, mas só usa gasolina e recarrega mais devagar. Quem quer desempenho e tração integral precisa subir para o PHEV35 ou olhar o Haval H7. E quem não tem onde recarregar com frequência deve considerar o próprio H6 HEV2: custa R$ 25 mil a menos e tem consumo oficial um pouco melhor na cidade (15,8 km/l).
Ficha técnica: GWM Haval H6 PHEV19 Flex
- Preço: R$ 250.000 (outubro de 2026)
- Tipo: SUV médio híbrido plug-in flex (gasolina, etanol ou eletricidade)
- Motorização: 1.5 turbo flex, 4 cilindros e 16 válvulas + 1 motor elétrico dianteiro
- Potência combinada: 326 cv
- Torque combinado: 535 Nm (54,5 kgfm)
- Transmissão: híbrida dedicada (DHT)
- Tração: dianteira
- 0 a 100 km/h: 7,4 s
- Velocidade máxima: 180 km/h (limitada)
- Bateria: LFP, 19 kWh
- Autonomia elétrica: 77 km (Inmetro) e 115 km (WLTP)
- Consumo Inmetro: 14,7 km/l (cidade) e 12,9 km/l (estrada) com gasolina; 10,0 km/l e 8,9 km/l com etanol
- Recarga: 6,6 kW em AC (cerca de 3 h de 0 a 100%) e 33 kW em DC (cerca de 25 min de 20% a 80%)
- Tanque: 55 litros
- Dimensões: 4,70 m x 1,89 m x 1,73 m; entre-eixos de 2,74 m
- Peso: 1.915 kg
- Porta-malas: 560 litros (1.445 litros com o banco rebatido)
- Pneus: 235/55 R19
- Suspensão: McPherson (dianteira) e multilink (traseira); freios a disco nas quatro rodas
- Airbags: 6
- Garantia: 5 anos sem limite de quilometragem (veículo); 8 anos ou 200.000 km (sistema híbrido)
Fontes: ficha técnica oficial do Haval H6 PHEV19 (PDF); página oficial do Haval H6 PHEV19; páginas e fichas oficiais do H6 HEV One, do H6 HEV2, do H6 PHEV35 e do H6 GT; 12 Compromissos GWM; CNN Brasil; CNN Brasil (coluna de Jorge Moraes); Webmotors; Vrum; Garagem 360. Dados do Haval H7 e dos BYD Song Plus e Song Pro Flex: fichas técnicas oficiais das marcas, citadas em nossas análises. Fotos: GWM Media Center (divulgação). Preços e especificações podem mudar sem aviso prévio; confirme na concessionária.
Heliel Zanelatto é publisher, empreendedor digital e fundador do Code Tech Connect. Especialista em mídia programática e monetização de conteúdo, administra portais editoriais no Brasil e na Europa e acompanha de perto o ecossistema de publicidade digital — do Google AdSense à compra de tráfego em larga escala. Escreve sobre tecnologia, inteligência artificial, veículos eletrificados e finanças pessoais, com a marca de traduzir fichas técnicas e números de mercado em decisões práticas para o leitor. À frente da operação editorial do site, lidera o uso pioneiro de automação e IA com curadoria humana na produção de conteúdo.
